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Tabela 4 - Tratamento das complicações
Desequilíbrio eletrolítico
   Hiponatremia
   Hipocalcemia - Gluconato de cálcio a 10%, 1 mL/kg/dose, EV infundir lentamente a cada 6 horas
Excesso de fluido: evitar as causas usuais de excesso de fluido, ou seja:
   Fluidoterapia EV precoce - na fase febril
   Uso excessivo de soluções hipotônicas
   Não redução na taxa do fluido EV após reanimação inicial
   Perda sangüínea substituída por fluidos em casos de sangramento oculto
   Remoção criteriosa dos fluidos com colóides e diurese controlada (furosemida 1 mg/kg infundida por 4 horas) ou diálise
Grandes derrames pleurais, ascite
   Titulação cuidadosa dos fluidos endovenosos
   Grandes derrames pleurais na fase de recuperação após 48 horas - pequenas doses de furosemida (0,25-0,5 mg/kg a cada 6 horas por uma 1 a 2 doses). Evitar inserção de drenos intercostais e intubação traqueal
Coagulação intravascular disseminada
   Alguns pacientes gravemente doentes, com sangramento e CIVD, beneficiaram-se da terapia com heparina e crioprecipitado (1 unidade por 5 kg de peso corporal) seguido de plaquetas (4 unidades/m2 ou 10-20 mL/kg) dentro de uma hora e plasma fresco congelado (PFC - 10-20 mL/kg). Avaliação clínica freqüente e perfil de coagulação regular (PT,
TTPA, fibrinogênio, plaquetas e produtos da degradação da fibrina [PDFs]) são obrigatórios, como indicado
CIVD = coagulação intravascular disseminada; EV = endovenoso, PDF = produtos de degradação da fibrina; PFC = plasma fresco congelado; TTPA = tempo parcial de tromboplastina ativada; TP = tempo de protombina.
J Pediatr (Rio J). 2007;83(2 Supl):S22-35
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