| Introdução
Chupetas são amplamente utilizadas em muitas partes do mundo,
apesar da sua prática ter sido desaconselhada pela Organização
Mundial da Saúde ()
e pela Academia Americana de Pediatria (),
em especial para crianças que são amamentadas. No
Brasil, pesquisa realizada nas capitais brasileiras, com exceção
do Rio de Janeiro, em outubro de 1999, mostrou que 53% das crianças
menores de um ano usam chupeta ().
Vários estudos têm demonstrado associação
entre uso de chupeta e menor duração do aleitamento
materno ().
O primeiro estudo especificamente delineado para testar essa associação
foi realizado em Pelotas, no sul do Brasil, por Victora et al. ().
No estudo, as crianças ainda amamentadas com um mês
de idade que usavam chupeta com freqüência tiveram uma
chance 2,4 vezes maior de serem desmamadas entre um e seis meses.
Esse risco foi menor (1,7 vez), mas ainda significativo, para as
crianças que usavam chupeta menos freqüentemente.
Segundo alguns autores (),
a "confusão de sucção" causada pelas
diferenças de técnica de sucção da chupeta
e do seio pode interferir no sucesso do aleitamento materno. Além
disso, as crianças que usam chupeta mamam com menos freqüência
(),
o que pode prejudicar a produção do leite materno.
Partindo do pressuposto de que mamadeiras e chupetas podem ser
obstáculos à amamentação bem sucedida,
a Organização Mundial da Saúde, conjuntamente
com o UNICEF, incluíram entre os "Dez Passos para o
Sucesso do Aleitamento Materno" o não uso de mamadeiras
e chupetas nas maternidades para crianças amamentadas ao
seio ().
Sendo assim, os hospitais reconhecidos como Hospital Amigo da Criança,
além de não usarem mamadeiras e chupetas nas suas
maternidades, orientam as mães a evitarem essas práticas
após a alta hospitalar. Não há conhecimento
de estudos que tenham verificado a prática do uso de chupetas
e sua relação com o desmame precoce em crianças
nascidas em Hospital Amigo da Criança. O presente artigo
tem como objetivo preencher essa lacuna.
Métodos
Este é um estudo de coorte, longitudinal, que envolveu 250
crianças nascidas no Hospital de Clínicas de Porto
Alegre, um hospital geral universitário, que realiza aproximadamente
4.000 partos por ano. Sua clientela pertence a diferentes níveis
socioeconômicos, com predominância de indivíduos
de menor poder aquisitivo, usuários do Sistema Único
de Saúde. O hospital foi reconhecido como Hospital Amigo
da Criança em dezembro de 1997.
A amostra foi selecionada no período de agosto de 1999 a
maio de 2000 e incluiu todos os recém-nascidos do período,
desde que preenchessem os seguintes critérios: peso de nascimento
igual ou maior que 2.500 g, não gemelares, sem problemas
de saúde que impedissem ou dificultassem a amamentação
(ex.: mães soropositivas para o HIV, malformações
congênitas, condições que impedissem a permanência
em alojamento conjunto), em amamentação quando da
saída da maternidade, e filhos de mães residentes
no município de Porto Alegre.
Após consentirem em participar do estudo e assinarem termo
de consentimento informado, as mães eram entrevistadas na
maternidade, com vistas a obter-se informações relativas
às características sociodemográficas e a alguns
aspectos relacionados ao acompanhamento pré-natal, ao parto
e à experiência prévia com aleitamento materno.
As informações relativas ao uso de chupeta e às
práticas de alimentação da criança foram
obtidas mediante entrevistas com as mães nas suas casas,
no final do primeiro e do sexto mês de vida da criança,
e por entrevistas por telefone, ao final do segundo e do quarto
mês. Quando não era possível a entrevista por
telefone, recorria-se à visitação domiciliar.
As crianças da coorte foram acompanhadas até o sexto
mês de vida ou até a interrupção da amamentação,
caso essa ocorresse antes. Nenhuma mãe recusou-se a participar
do estudo. Houve uma perda de 13 crianças (5,2 %) no primeiro
mês de acompanhamento. Portanto, os dados referentes ao uso
de chupeta com um mês referem-se a 237 crianças. Ao
longo dos seis meses de acompanhamento, permaneceram no estudo 228
crianças, perda de 8,4% da amostra, por não localização
das famílias na data da entrevista. Tanto na maternidade
quanto no seguimento, foram utilizados questionários padronizados.
A seleção da amostra e a entrevista na maternidade
foram feitas por dois dos autores (MES e MLB); as visitas domiciliares
e entrevistas por telefone ficaram a cargo de estudantes de Medicina,
bolsistas de Iniciação Científica, devidamente
treinados para essa tarefa. A qualidade das informações
dos questionários de acompanhamento foi checada pelos dois
autores já mencionados, mediante uma segunda entrevista em
aproximadamente 5% da amostra, escolhidos por sorteio.
As categorias de aleitamento materno utilizadas neste estudo são
as preconizadas pela Organização Mundial da Saúde
(),
ou seja, foram consideradas em aleitamento materno exclusivo
as crianças que recebiam leite materno como única
fonte de hidratação e alimentação, em
aleitamento materno predominante as crianças que recebiam,
além do leite materno, água, chás ou sucos,
e em aleitamento materno as crianças que recebiam
qualquer quantidade diária de leite materno, independentemente
de estarem recebendo ou não outros alimentos. Consideraram-se
em aleitamento parcial as crianças que recebiam, além
do leite materno, outro tipo de leite e, em desmame precoce,
as crianças em que o aleitamento materno foi interrompido
ao longo do seguimento, ou seja, nos primeiros seis meses de vida
da criança.
Quanto ao uso de chupeta, as crianças foram categorizadas
em usuárias, quando a mãe informava que a criança
tinha o hábito de usar chupeta, e em não usuárias
quando esse hábito não existia.
Para as análises estatísticas, foram utilizados o
programa Epi-Info 6.0 e o pacote estatístico SPSS for
Windows (versão 8.0). As associações entre
uso de chupeta e variáveis selecionadas foram testadas pelo
teste do qui-quadrado de Pearson ou qui-quadrado com correção
de Yates. A amostra foi categorizada em tercis quanto à escolaridade
da mãe e renda per capita. O tercil de menor escolaridade
incluiu as mulheres com escolaridade menor que sete anos, o tercil
médio as mães com sete a oito anos de estudo, e o
tercil superior as com mais de oito anos de escolaridade. Os tercis
inferior, médio e superior de renda corresponderam a <
0,57 salários mínimos (SM),< 0,58-1,2 SM
e > 1,2 SM, respectivamente.
A regressão de Cox foi utilizada para calcular a razão
de densidade de incidência (hazard ratio) para desmame
precoce, segundo diversas variáveis, e para calcular o risco
de desmame entre as crianças usuárias de chupeta,
levando em consideração o padrão de amamentação
com um mês de idade, única variável que se mostrou
associada tanto com a exposição (uso de chupeta) quanto
com o desfecho (desmame precoce). A regressão de Cox também
foi utilizada para calcular o efeito modificador de algumas variáveis
selecionadas na associação entre uso de chupeta e
desmame precoce. As variáveis sexo, cor da mãe e tipo
de parto foram selecionadas por terem exercido efeito modificador
da relação em estudo anterior (),
e as variáveis escolaridade e ordem de nascimento por terem
uma associação próxima da significância
com o uso de chupeta e desmame precoce, respectivamente.
Para comparar as prevalências de aleitamento materno e aleitamento
materno exclusivo entre as crianças usuárias e não
usuárias de chupeta, foram construídas curvas de sobrevida
do aleitamento materno, tendo sido empregado o teste log rank
para calcular a significância estatística.
Para afastar o viés da causalidade reversa (o desmame seria
a causa do uso da chupeta e não o inverso), foram incluídas,
nas análises de regressão de Cox e nas curvas de sobrevida,
apenas as crianças que estavam sendo amamentadas ao final
do primeiro mês de vida (n= 219).
O estudo foi aprovado pela Comissão Científica e
pela Comissão de Pesquisa e Ética em Saúde
do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Resultados
Das 250 mães das crianças que iniciaram o estudo,
51 (20,4%) trouxeram chupeta para a maternidade e 3 (1,2%) ofereceram-na
ao recém-nascido. Ao longo do primeiro mês, o uso da
chupeta foi pelo menos tentado em 87,8% das crianças, na
maioria das vezes pelas mães (72,2%). Os pais foram os responsáveis
por oferecer a chupeta em 2,5% das vezes, e os avós em 7,2%.
Na visita de primeiro mês, constatou-se que, das 237 crianças
localizadas, 91 (38,4%) não estavam usando chupeta e 146
(61,6%) a usavam, a maioria desde a primeira semana de vida (34,2%).
As características das mães, das crianças
e ambientais segundo o uso ou não de chupeta com um mês
de idade encontram-se na Tabela 1. O uso de chupeta foi mais freqüente
entre as crianças do sexo masculino e entre as que não
estavam sendo amamentadas exclusivamente no primeiro mês.
A associação entre baixa escolaridade materna (terço
inferior) e uso de chupeta esteve muito próximo da significância
(p = 0,059).
Tabela 1 -
Características das mães e das crianças segundo a prática do uso
de chupeta com um mês de idade
A Tabela 2 mostra o risco para o desmame nos primeiros seis meses,
de acordo com as características maternas, das crianças
e ambientais. Os primogênitos tiveram um risco 48% maior de
serem desmamados precocemente, quando comparados com os não
primogênitos, diferença muito próxima da significância
(IC 95% = 0,99-2,22).
Tabela 2 - Razões de densidade de incidência para o desmame
entre 0 e seis meses, segundo as características das mães
e dos bebês
A regressão simples de Cox revelou que o padrão de
aleitamento materno entre as crianças amamentadas com um
mês associou-se significativamente com o risco para desmame
entre um e seis meses. As crianças em aleitamento materno
parcial, com um mês, tiveram um risco 4,5 vezes maior (IC
= 2,7-7,7) de serem desmamadas até o sexto mês, e as
em aleitamento predominante um risco 1,6 vez maior (IC = 0,9-2,9),
quando comparadas com as crianças em aleitamento materno
exclusivo.
As curvas de sobrevida (Figuras 1 e 2) mostram que as freqüências
de aleitamento materno e de aleitamento materno exclusivo entre
as crianças que não faziam uso de chupeta no primeiro
mês de vida foram maiores do que as que tinham o hábito
de usar chupeta. Observa-se que, entre as crianças ainda
amamentadas com um mês, a incidência de desmame entre
o segundo e o sexto mês foi de 22,4% para as crianças
que não usavam chupeta, e de 50,8% para as usuárias
de chupeta (p < 0,001). Com relação ao aleitamento
materno exclusivo, 73,1% das crianças que usavam chupeta
deixaram de ser amamentadas exclusivamente até o final do
segundo mês, enquanto que, para as crianças que não
usavam chupeta, esse índice foi de 44,9% (p < 0,001).
Figura 1 - Curva de sobrevida do aleitamento
materno e uso de chupeta nos primeiros 6 meses de vida, em crianças nascidas
no Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Figura 2 - Curva de sobrevida do aleitamento materno exclusivo
e uso de chupeta nos primeiros seis meses, em crianças nascidas
no Hospital de Clínicas de Porto Alegre
Como o padrão de aleitamento materno com um mês mostrou-se
associado tanto com o hábito de usar chupeta quanto com o
desmame precoce, configurando-se desta maneira como um fator de
confusão em potencial, analisou-se, mediante uma regressão
de Cox, a relação entre uso de chupeta e desmame precoce,
controlando para esta variável. O risco de desmame precoce
entre um e seis meses entre as crianças amamentadas com um
mês manteve-se significativamente maior entre as crianças
que usavam chupeta (Tabela 3).
Tabela 3 - Análise de regressão de
Cox de fatores associados com desmame entre um e seis meses (n = 219)*
A Tabela 4 mostra os resultados da regressão de Cox para
testar o efeito modificador de algumas variáveis selecionadas
na associação entre uso de chupeta e desmame precoce.
O risco de desmame associado com o uso de chupeta foi maior para
os meninos, para os não primogênitos e para as crianças
nascidas de parto cesáreo, mas as interações
não foram significativas.
Tabela 4 - Efeitos modificadores de variáveis selecionadas na associação
entre uso da chupeta e desmame precoce*
Discussão
Este estudo mostra o quanto a prática de oferecer chupeta
à criança está arraigada na cultura local.
Apesar de as crianças terem nascido em um Hospital Amigo
da Criança, que desestimula essa prática, a somente
uma em cada dez crianças a chupeta não foi oferecida
em casa e, no final do primeiro mês, seis de cada dez efetivamente
usavam chupeta. A prevalência do uso de chupeta na população
estudada foi semelhante à encontrada por Barros et al. ()
em Guarujá, SP (54,8%), e menor do que a observada em Pelotas,
RS ()
(85%). Ela é menor também que a prevalência
do uso de chupeta em crianças menores de um ano para a população
de Porto Alegre (69,2%), segundo estudo nacional realizado sob os
auspícios do Ministério da Saúde, porém
maior que a prevalência média nacional (53%) ().
Segundo a mesma pesquisa, Porto Alegre é a cidade com a maior
prevalência de uso de chupeta entre as capitais brasileiras.
É possível que a prevalência do uso de chupeta
na população estudada fosse ainda maior antes da implementação
da Iniciativa Hospital Amigo da Criança, porém não
há dados disponíveis para verificar essa hipótese.
Alguns estudos têm identificado características maternas,
das crianças e ambientais que favorecem o uso de chupetas,
tais como: crianças do sexo masculino (),
com baixo peso de nascimento (),
primogênitas (),
expostas à fumaça de cigarro (),
de mães jovens (),
e de famílias com baixo nível socioeconômico
().
No presente estudo, o uso de chupeta foi mais freqüente entre
as crianças do sexo masculino e de mães com menor
escolaridade. É possível que as mães com melhor
escolaridade estejam mais bem informadas e conscientizadas sobre
os riscos do uso da chupeta. É possível também
que essas famílias disponham de uma estrutura que favoreça
um ambiente mais tranqüilo, e tenham mais condições
físicas e emocionais para utilizar outros métodos
para "acalmar" a criança. O fato de os meninos
serem mais propensos a usar chupetas ainda carece de uma explicação.
Teriam os meninos um comportamento diferente do das meninas, favorecendo
um oferecimento maior da chupeta, ou teriam as meninas uma tendência
maior a rejeitar a chupeta? Essa questão seria mais bem respondida
mediante estudos etnográficos.
A associação entre uso de chupeta e menor duração
do aleitamento materno, já descrito em outros estudos (),
foi confirmada. As crianças ainda amamentadas com um mês
de idade, que usavam chupeta, tiveram uma chance 2,8 vezes maior
de serem desmamadas até o sexto mês. O viés
da causalidade reversa foi minimizado excluindo-se da análise
as crianças desmamadas no primeiro mês de vida. Além
disso, a associação se manteve significativa independentemente
do padrão de aleitamento materno da criança com um
mês de idade. Ou seja, em relação a uma criança
de um mês que usa chupeta, é possível afirmar
que ela corre um risco consideravelmente maior do que as que não
usam, nesta idade, de ser privada dos benefícios do aleitamento
materno antes dos seis meses, mesmo que ela esteja em amamentação
exclusiva. Este dado é relevante em termos de atenção
dispensada à tríade mãe/bebê/família
em termos de prevenção do desmame precoce.
Victora et al. ()
observaram que a associação entre uso de chupeta e
duração do aleitamento materno poderia ser modificada
significativamente por alguns fatores, tais como cor da pele da
mãe e tipo de parto. Esses autores mostraram que o uso de
chupeta só esteve associado com duração do
aleitamento materno entre as mulheres brancas, e que esta associação
foi muito mais robusta entre as mulheres submetidas a cesarianas
(HR = 9,1), quando comparadas com as que tiveram parto via vaginal
(HR = 3,1). Embora a associação fosse mais forte entre
as meninas (HR = 5,4) do que entre os meninos (HR = 2,6), essa diferença
não se mostrou estatisticamente significativa. O presente
estudo também mostrou uma associação mais forte
entre uso de chupeta e desmame precoce nas crianças nascidas
por cesariana, porém sem significância estatística.
Diferentemente do relatado por Victora et al. (),
a associação foi maior entre os meninos - porém
sem significância estatística - e não houve
diferença entre os filhos de mães brancas e não
brancas. A escolaridade e a ordem de nascimento das crianças
também não mostraram efeito modificador na associação
entre uso de chupeta e desmame precoce.
Embora já esteja bem estabelecida a associação
entre uso de chupeta e menor duração do aleitamento
materno, ainda se desconhecem os mecanismos envolvidos nessa associação.
Segundo alguns autores (),
o uso de chupeta reduz o número de mamadas por dia e, conseqüentemente,
haveria uma menor estimulação da mama e menor produção
de leite, culminando com o desmame. Outros autores ()
acreditam que a criança que usa chupeta tenha mais dificuldade
para retirar o leite do seio devido à "confusão
de sucção" ocasionada pelas diferenças
de técnica de sucção da chupeta e do seio,
culminando também com o desmame. Victora et al. (1997) (),
utilizando dados de estudo etnográfico, concluíram
que a associação entre uso de chupeta e desmame precoce
é complexa e que a chupeta seria um fator contribuinte para
o desmame entre as mães que não se sentem totalmente
confortáveis com a amamentação. É possível,
segundo os autores, que a chupeta seja um marcador de dificuldades
no aleitamento materno e não o causador direto do desmame.
Kramer et al. (2001) ()
compartilham esta opinião. Estes autores e outros ()
observaram que o uso de chupeta é mais comum quando associado
a problemas no aleitamento materno. Ainda não se pode descartar
a hipótese de que a população que não
insiste no uso de chupeta em suas crianças seja uma população
diferenciada, mais conscientizada quanto aos benefícios do
aleitamento materno e aos problemas relacionados com o uso de chupetas
e também mais motivada para amamentar. O ideal para testar
essa hipótese seria a realização de ensaios
clínicos randomizados. No entanto, por razões de ordem
ética, tais estudos não são possíveis.
Estudos etnográficos podem ajudar no entendimento da complexa
relação entre uso de chupeta e desmame precoce.
Concluindo, a chupeta é bastante utilizada mesmo em população
orientada para evitar o seu uso, tendo sido confirmada a associação
entre o hábito de usar chupeta e o desmame precoce. Independentemente
dos mecanismos envolvidos nessa associação, a criança
que usa chupeta corre um risco maior de não receber os benefícios
do aleitamento materno durante os primeiros seis meses. O profissional
de saúde deve estar alerta para este fato e procurar intervir
mais intensamente para que o desmame não ocorra. É
importante também discutir com as mães e com a sociedade
as vantagens e as desvantagens do uso da chupeta, para que as pessoas
possam fazer opções conscientes.
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